domingo, 28 de março de 2010

Livro, Os Lusíadas

Campanha, Comece seu regime no domingo, "devore" um livro =D


Os Lusíadas

Trecho do Livro:

"Põe tu, Ninfa, em efeito meu desejo,
Como merece a gente Lusitana;
Que veja e saiba o mundo que do Tejo
O licor de Aganipe corre e mana.
Deixa as flores de Pindo, que já vejo
Banhar-me Apolo na água soberana;
Senão direi que tens algum receio,
Que se escureça o teu querido Orfeio."

Serviços:

Livro: Os Lusíadas
Autor: Luís Vaz de Camões
Idioma: Português
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Fonte: www.dominiopublico.gov.br

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Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
A Carteira - Machado de Assis

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domingo, 21 de março de 2010

Livro, A Carteira

Campanha, Comece seu regime no domingo, "devore" um livro =D


A Carteira

Trecho do Livro:

"...De repente, Honório olhou para o chão e viu uma carteira.
Abaixar-se, apanhá-la e guardá-la foi obra de alguns instantes. Ninguém o
viu, salvo um homem que estava à porta de uma loja, e que, sem o conhecer, lhe
disse rindo:
— Olhe, se não dá por ela; perdia-a de uma vez.
— É verdade, concordou Honório envergonhado.
Para avaliar a oportunidade desta carteira, é preciso saber que Honório tem
de pagar amanhã uma dívida, quatrocentos e tantos mil-réis, e a carteira trazia o
bojo recheado. A dívida não parece grande para um homem da posição de Honório,
que advoga; mas todas as quantias são grandes ou pequenas, segundo as
circunstâncias, e as dele não podiam ser piores."

Serviços:

Livro: A Carteira
Autor: Machado de Assis
Idioma: Português
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Fonte: www.dominiopublico.gov.br

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Livro do Desassossego - Fernando Pessoa

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domingo, 14 de março de 2010

Livro, Livro do Desassossego

Campanha, Comece seu regime no domingo, "devore" um livro =D


Livro do Desassossego

Trecho do Livro:

"Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do
abismo. Não sei onde me levará, porque não sei nada. Poderia considerar esta estalagem uma
prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la um lugar de sociáveis,
porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem impaciente nem comum. Deixo ao
que são os que se fecham no quarto, deitados moles na cama onde esperam sem sono; deixo ao
que fazem os que conversam nas salas, de onde as músicas e as vozes chegam cómodas até
mim. Sento-me à porta e embebo meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paisagem, e
canto lento, para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero."

Serviços:

Livro: Livro do Desassossego
Autor: Fernando Pessoa
Idioma: Português
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Fonte: www.dominiopublico.gov.br

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quarta-feira, 10 de março de 2010

Wilson Simonal: um dos maiores artistas do Brasil


Wilson Simonal foi um dos maiores artistas que o Brasil conheceu. Em um período de aproximadamente sete anos (a partir de 1965, e até o final de 1971, início de 1972), não só ele foi o cantor de maior sucesso - dividindo a popularidade com Roberto Carlos - como foi estrela de TV, showman e até artista de cinema.


Foi um entertainer único, que só tem paralelo no norte-americano Sammy Davis, Jr., que tinha talento semelhante. Seu grande momento foi "reger' 15 mil pessoas, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com a música Meu Limão, Meu Limoeiro, quando apenas era a atração de abertura para o show de Sérgio Mendes.



Na história da música popular brasileira, entretanto, Simonal ocupa um pé da página. Tudo por conta de uma estranha história que envolvia o cantor, seus assessores, um contador e agentes da Delegacia de Ordem Pública e Social (DOPS), a temível polícia política do regime militar.



Por conta de um suposto desfalque em suas contas, Simonal ameaçou o contador Raphael Viviani, e acabou pedindo para alguns agentes do DOPS "darem uma lição" no cidadão. Acusado, Simonal não negou a relação com os policiais, e acabou tomado como informante do regime.



Sofreu uma terrível perseguição de seus colegas e da imprensa mais ligada à esquerda, com a liderança do jornal carioca "O Pasquim". Era preterido em boates, desprezado pelas gravadoras e recusado nas emissoras de TV.



Teve a carreira ceifada no auge, e sequer teve a oportunidade de recomeçar. Passou os últimos anos da vida tentando mostrar que não era o dedo-duro que a mídia dissera.



Só conseguiu descansar quando o presidente Fernando Henrique Cardoso assinou um documento garantindo que Wilson Simonal de Castro "nunca colaborou para os órgãos de segurança durante o período de regime militar".




Hoje, a qualidade artística de Simonal é resgatada por livros e filmes e pela reedição de seus álbuns - trabalho de muitos, mas que tem a marca dos filhos do cantor, Wilson Simoninha e Max de Castro.



As gerações mais novas podem agora conhecer o estilo único de um artista que era, como apontou Ruy Castro em seu livro "Chega de Saudade", "apenas o máximo para seu tempo: grande voz, um senso de divisão igual ao dos melhores cantores americanos e uma capacidade de fazer gato e sapato do ritmo, sem se afastar da melodia ou sem apelar para os scats fáceis que eram a especialidade de Leny Andrade. (O compositor e jornalista Ronaldo) Bôscoli, que o atraíra para fora da influência de Carlos Imperial (produtor e compositor), passou a municiá-lo com material original, como Telefone (com Menescal). (...) Mas Simonal era perfeito também para coisas jazzísticas como Nanã, de Moacyr Santos, depois que Mário Telles lhe aplicou a letra definitiva; foi o lançador da Bossa Nova temporã de Tito Madi, em Balanço Zona Sul, e de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, em Garota Moderna; e tornou-se o melhor intérprete de Jorge Ben até País Tropical. Naquela fase ele era capaz de encaixar as bossas mais surpreendentes num tema e torná-lo irresistível".



Mas o mesmo Ruy Castro que elogia Simonal não demora algumas linhas para desancá-lo por dois motivos: a famosa história do DOPS e um preconceito musical. Leia: "Quando só as bossas passaram a ser importantes em seu estilo, Simonal ficou repetitivo e voltou à esfera de Carlos Imperial. Em 1966, já estava cantando "mamãe passou açúcar ni mim".



Em 1971, ele regeu - com um dedo só - 15 mil pessoas no Maracanãzinho ao som de uma xaroposa apropriação de Imperial, Meu Limão, Meu Limoeiro. Poucos meses depois, encalacrou-se numa obscura história que o envolvia como informante dos órgãos de segurança do governo Médici no meio artístico, e isto destruiu sua carreira. Para usar o jargão que ele criou nos seus dias de glória, Simonal deixou cair e se machucou".



Clique aqui e veja essa apresentação



Antes de citar os problemas extramusicais de Wilson Simonal, Ruy Castro reclama da ascendência de Carlos Imperial - o homem que "descobriu' Roberto Carlos. Simonal se aproximou dele no momento em que o produtor e compositor começava a criar sua persona de malandro que lhe deu fama no cinema e na televisão. E, atraído para este mundo de carros, mulheres e bebida, Simonal antecipou seu mestre e virou o grande malandro brasileiro.



E o estilo foi transformado em música - ou, melhor, o estilo de vida virou estilo musical, com o pejorativo apelido de "pilantragem". Por mais grosseiro que seja o nome, ele resume bem como é a união entre letra e música: de um lado, versos bem-humorados e ousados para a época, valorizando a riqueza e a vida mundana; de outro, notas bem resolvidas e brilhantemente arranjadas, ou por Cesar Camargo Mariano, ou por Erlon Chaves. Cesar, inclusive, é peça-chave nesta engrenagem. Ele liderava o Som Três, banda de apoio de Simonal, e foi o responsável pela consolidação do gênero, e pela consagração do cantor.



Quando você escuta uma canção do período, rapidamente reconhece a voz de Simonal e a "pilantragem" musical. Temas como Carango ("Garota minissaia / essa onda é bem / e todo mundo no carango / não sobrou ninguém / ninguém sabe o duro que dei / pra ter fonfon / trabalhei, trabalhei...") e Nem Vem Que Não Tem ("Nem vem que não tem / nem vem de garfo / que hoje é dia de sopa / esquenta o ferro / passa a minha roupa / eu nesse embalo vou botar pra quebrar...") são simbólicos, e poderiam ter sido o estopim para a criação de uma música pop tipicamente brasileira - unindo rock, samba e Bossa Nova em uma levada dançante.



Era tão envolvente que Simonal e Cesar descobriram que era possível transformar qualquer coisa em pilantragem. Na histórica série Alegria, Alegria, eles revisitaram temas antigos como Está Chegando a Hora, Mamãe Eu Quero e o já citado Meu Limão, Meu Limoeiro.



Vendeu horrores, mas despertou o ódio da crítica - que não aguentava nem a música nem Simonal (o que explica a rejeição de anos posteriores), por conta de seu jeito perdulário e alienado.



Para os "especialistas', o estilo era bobo, e tirava espaço da Bossa Nova. E até hoje os mesmos, quando perguntados, reclamam da opção do cantor, como ficou evidente no livro "Chega de Saudade". Quando a pilantragem estava estabilizada, liderando as paradas e dividindo o gosto da juventude com o Tropicalismo, apareceu o contador.



E a desastrada intervenção de Wilson Simonal na história do contador foi fatal para sua carreira. E fez com que a pilantragem fosse interrompida e proscrita da Música Popular Brasileira. Hoje, ela surge apenas como mero relicário da carreira de um grande artista - quando poderia ser a essência do nosso pop.






Clique aqui e ouça Wilson Simonal na rádio uol -


Fonte: www.parana-online.com.br

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segunda-feira, 8 de março de 2010

8 de Março - Dia Internacional da Mulher


História do 8 de março



No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.



A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.



Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).



Objetivo da Data



Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.



Conquistas das Mulheres Brasileiras



Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.



Marcos das Conquistas das Mulheres na História


  • 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
  • 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
  • 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
  • 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
  • 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
  • 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
  • 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
  • 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
  • 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
  • 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
  • 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres


E em homenagem a essa data tão especial, deixo aqui dois vídeos, uma música que encontrei hoje, bem a carater digamos assim "só consigo ser três" por Greice Morelli, e o outro que sempre me faz rir e lembra o dia-dia da "mulher moderna" por Grace Gianoukas diretora do grupo Terça Insana espero que agrade a todas e a todos =D.



Só Consigo Ser Três - Hino da Mulher Moderna - por Greice Morelli - Clique aqui e veja direto da web



Mulher Moderna - Terça Insana 2008 - Parte 1/2 - Clique aqui e veja direto da web



Mulher Moderna - Terça Insana 2008 - Parte 2/2 - Clique aqui e veja direto da web



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sábado, 6 de março de 2010

Festival de animação MONSTRA celebra 10º aniversário


O Festival de Animação de Lisboa, MONSTRA link externo, que decorre entre os dias 11 e 21 de Março, celebra em 2010 o seu décimo aniversário. O festival vai contar com a presença do músico canadiano Normand Roger, vencedor de cinco Óscares pelas suas composições para filmes de animação.



O festival apresentará estreias de filmes portugueses e internacionais, uma competição de curtas-metragens, workshops e seminários com figuras do cinema de animação mundial, sessões MONSTRINHA para crianças de todas as idades, exposições, concertos e mais de 120 filmes de realizadores e escolas de animação internacionais.




Miguel Honrado, presidente da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), que co-produz o MONSTRA, realçou esta quinta-feira, a «inserção importante das comemorações [do centenário] da República» no evento. Fernando Galrito, director artístico do festival, anunciou o projecto de «10 por Cem», uma curta de animação de dez minutos que teve o objectivo de «juntar cem

criadores (músicos, animadores e outros) para participar na realização de uma homenagem à primeira República».



«["10 por Cem"] vai mostrar, não a história da República, mas aquilo que é o conceito artístico da época», continuou Galrito. «Ou seja, quem eram os artistas da primeira República. E partir dos músicos da altura, dos grandes cartoonistas que tínhamos, dos grandes fotógrafos... Partir desses artistas para criar uma obra que, através da arte, faz sentir a primeira Republica Portuguesa», explicou o director.




«10 por Cem» estava previsto para estrear no último dia do MONSTRA, mas «infelizmente», segundo Galrito, a curta está a ser guardada para outro evento em Junho de 2010.



Galrito destacou as sessões planeadas que irão homenagear os «incontornáveis» realizadores portugueses dos últimos 30 anos, e as diversas profissões (produtores, músicos, argumentistas) que colaboram nos projectos de animação.




«Como estamos a fazer esta "ponte" de dez anos, decidimos também dedicar cada um dos dias [do festival] a um dos países que já por cá passaram», acrescentou Galrito. Portugal é o país convidado este ano, mas o Brasil, a República Checa, a Finlândia, a Inglaterra, e a Rússia, entre outros, já foram convidados nos dez anos de existência do MONSTRA.



«A competição este ano é de curtas-metragens (...), penso que tivemos cerca de mil filmes para analisar, muitos deles portugueses», assumiu Galrito. «Nós às vezes olhamo-nos, um pouco, com alguma descrença. E aquilo que fizemos desta vez foi olhar-nos com muita crença, porque acho que valemos isso», afirmou.




Fernando Galrito revelou a orientação da concepção do MONSTRA: «É um festival de ideias, um festival de encontro. Um encontro de artes e pessoas, e trazer o máximo do país às pessoas».



Site: www.monstrafestival.com



Fonte: www.tvi24.iol.pt

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Festival de cinema Curtamazônia firma parceria com ABD-RO


O Festival de Cinema Curta Amazônia firmou parceria junto à Associação Brasileira de Documentarista de Rondônia/ABD/RO no sentido de que os realizadores de Rondônia participem efetivamente com filmes e vídeos de curta-metragem do mais novo empreendimento cultural de Rondônia.



Luiz Brito presidente da ABD/RO “ressalta que é um grande marco para nós realizadores rondoniense termos um Festival de Cinema que nos possibilite dar mais visibilidade e abrangência aos nossos trabalhos audiovisuais aqui da Região Norte, isso porque, também estarão atuando simultaneamente as ABD´s da Região Norte e a ABD/Nacional, no sentido de valorização do Cinema Nacional, levando entretenimento e cultura para os Amazônidas que somos”.



Com data prevista para acontecer de 25 a 29 de maio de 2010, o CURTAMAZÔNIA pretende além da visibilidade aos filmes e vídeos brasileiros, pretende colocarem discussão o que se produz aqui em Rondônia e na Região Norte, isso porque estamos distantes dos grandes centros produtores de cinema e vídeo, e o Festival de Cinema Curta Amazônia vem propiciar essa discussão, principalmente no que tange a financiamentos e distribuição de recursos para as devidas produções cinematográficas.

E a Comissão Organizadora do CURTAMAZÔNIA informa ainda que as inscrições para as mostras competitivas estão abertas e se estendem até o 24 de abril. Podem participar filmes nas categorias curtas nacionais e curtas rondonienses. A ficha de inscrição e o regulamento estão disponíveis no site:www.curtamazonia.com O CURTAMAZONIA conta com o apoio institucional da Fecomércio, Iphan/RO, ABD/RO e ABD/NACIONAL e apoio de toda imprensa do Estado de Rondônia, sendo uma promoção da Associação Curta Amazônia.



Site oficial - www.curtamazonia.com



Fonte: www.rondoniaovivo.com



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terça-feira, 2 de março de 2010

Inscrições abertas para o Miragem – 5ª Mostra de Cinema e Vídeo de Miracema/TO


Com o olhar, em primeiro plano, para o curta - metragem, a 5ª Mostra de Cinema e Vídeo de Miracema – Miragem 2010 busca fomentar e divulgar a recente produção cinematográfica brasileira em suas diversas formas, e ao mesmo tempo democratizar o acesso às telas e revelar novos talentos locais. Anualmente, a mostra faz homenagem aos profissionais tocantinenses, contribuindo com a preservação da memória audiovisual de nosso estado.



- Período de Inscrições: até 05 de julho de 2010



- Divulgação da seleção: O selecionados serão comunicados pela organização da Mostra a partir de 01 de agosto de 2010



- Realização: entre os dias 12, 13 e 14 de agosto de 2010



- Local de realização: Miracema do Tocantins – TO



- Ano de Produção: finalizados a partir de 1º de janeiro de 2009

- Formato de inscrição: DVD (sistema NTSC)

- Formatos de captação: não especificado

- Formato de exibição: não especificado

- Gêneros: todos

- Duração dos filmes: máxima de 25 minutos, nas categorias Ficção, Documentário, Animação e Experimental. Curtas produzidos em aparelhos celulares – Pocket Movie – deverão ter duração máxima de 5 minutos.



- Competitivo: SIM

- Premiação em dinheiro: NÃO

O Júri Oficial concederá o Troféu Miragem 2010 nas seguintes categorias: • Melhor Curta Ficção; • Melhor Curta Documentário; • Melhor Curta Animação; • Melhor Curta Experimental; • Melhor Pocket Movie; • Melhor Curta – Diretor Estreante; • Melhor Curta Tocantinense; • Melhor Curta da Mostra. O Júri Popular concederá o Troféu Miragem 2010, ao primeiro mais votado, nas seguintes categorias: • Melhor Curta Tocantinense; • Melhor Curta da Mostra; • Melhor Pocket Movie.



- Inscrição - Clique aqui

- Regulamento Completo - Clique aqui

- Autorização para Exibição - Clique aqui



- E-mail: inusitadaproducoes@hotmail.com

- Fones/Fax: (63) 9966-1171 / 8415-6696 - Cássio Renato Cerqueira

- Endereço: Avenida “C”, n° 964, Setor Universitário, Miracema – TO, CEP: 77650-000



Site: mostramiragem.blogspot.com



Fonte: www.agendadefestivais.blogspot.com

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